Diogo Marques
Natural da Guarda (2000), é um percussionista Português atualmente radicado na Alemanha. O seu primeiro contacto com a música ocorreu na Banda Filarmónica de Vila Nova de Tazem (Gouveia), dando os primeiros passos no estudo da música no Conservatório de Música de Seia, sob a orientação do professor Aldovino Munguambe, prosseguindo a sua formação na Escola Profissional da Serra da Estrela. A sua formação e percurso artístico desenvolveram-se posteriormente entre Portugal, Países Baixos e Alemanha, moldando uma identidade musical marcada pela diversidade estética, pela abertura intercultural e por uma forte ligação à criação Contemporânea.
Ao longo do seu percurso, tem colaborado com diversos ensembles e estruturas musicais de referência, como o New European Ensemble (NEuE), Slagwerk Den Haag (HIIIT), a Big Band e a Orquestra do Royal Conservatoire de Haia, o Dutch Eurythmy Dance Ensemble (DeDae) e a Brassband Rijnmond, entre outros. Paralelamente à sua atividade em contexto orquestral e de ensemble, apresenta-se regularmente como solista, dedicando-se a projetos interdisciplinares e à criação contemporânea, trabalhando em estreita colaboração com compositores de diferentes geografias, entre as quais Eslovénia, Argentina, Países Baixos, Portugal e Síria. Recentemente, foi distinguido com um prémio na competição IPASS 2025, em Itália, reforçando o reconhecimento internacional do seu trabalho artístico.
Nos Países Baixos, apresentou-se em salas de referência como a Dutch National Opera & Ballet(Amesterdão), Schouwburg Concertzaal Tilburg, TivoliVredenburg (Utrecht), Muziekgebouwaan ’t IJ (Amesterdão), Korzo e Amare (Haia), entre outras.
O seu interesse pela música de câmara e pela experimentação sonora consolidou-se através de um trabalho contínuo com compositores e diferentes formações de percussão, aprimorando uma linguagem artística própria.A partir da sua base artística em Frankfurt, continua a expandir a sua atividade no panorama europeu, afirmando-se enquanto intérprete dedicado à música contemporânea e à constante procura de novas sonoridades, explorando a relação entre a natureza e a percussão como fonte de inspiração e criação.
Helder Abreu
Helder Abreu nasceu em Gouveia e aos onze anos iniciou os seus estudos musicais na Escola de Música da Sociedade Musical Gouveense Pedro Amaral Botto Machado. Nesta instituição integrou a banda como instrumentista de Trompete, Organista e Pianista, prosseguindo mais tarde os seus estudos musicais no conservatório de música de Seia onde estudou com António Tilly, Jaime Reis, Joaquim Raposo e Domingos Teixeira.
É mestre em Direção de Orquestra de Sopros, Mestre em Música - Análise e Técnicas de Composição e licenciado em Educação Musical do Ensino Básico. Foi diretor, coordenador e professor do Curso Profissional de Instrumentista de Sopros e Percussão/ Cordas e Tecla da Escola Profissional Serra da Estrela e é actualmente director da Escola Profissional de Artes da Covilhã (EPABI).
É atualmente maestro e diretor artístico da Sociedade Musical Gouveense e da Orquestra Ligeira de Gouveia.
Juan Manuel López Garcia
(em atualização)
Orquestra Ligeira de Gouveia
A Orquestra Sinfónica de Gouveia surge do juntar de várias vontades de elementos da Orquestra Ligeira de Gouveia e com o apoio de Professores e de Alunos de Música da Região. Conta também com o apoio da Sociedade Musical Gouveense, do Conservatório de Música de Seia e da Escola Profissional da Serra da Estrela e do Município de Gouveia.
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