Orquestra Electroacústica 2026 | Gouveia e Seia
28 Março de 2026, 21h30 | Teatro-Cine de Gouveia
29 Março de 2026, 17h00 | Casa Municipal da Cultura de Seia
Programa
Helder Abreu: Bells 6/5 para vibrafone e eletrónica Juan Manuel López Garcia: El Sonido del Barro, para orquestra de cordas, percussão e eletrónica
P. Tchaikovsky: Serenade For Strings
Duração: 60 minutos
Classificação etária: todos os públicos
Direção Artística: Jaime Reis
Eletrónica e desenho de som: Ricardo Almeida
Músicos
Alexandra SilvaBeatriz CostaBruno PavãoCarolina GouveiaCláudio SoaresCristiana MatosDércio FernandesDinis Frango*Diogo Pereira (Solista da Orquestra Sinfónica Portuguesa)Filomena AndradeInérzio MacomeInês TorresJimiyu Ferreira*João GasparKhanyile Dimande*Laura Paiva*Luís GomesMargarida OliveiraMelanie Muchanga*Naíde Rafael*Paula GalianaOrlindo BarbasRita FernandesSofia FonsecaTânia Nércio
* alunos da EPABI - Escola Profissional de Artes da Covilhã
Diogo Marques
Natural da Guarda (2000), é um percussionista Português atualmente radicado na Alemanha. O seu primeiro contacto com a música ocorreu na Banda Filarmónica de Vila Nova de Tazem (Gouveia), dando os primeiros passos no estudo da música no Conservatório de Música de Seia, sob a orientação do professor Aldovino Munguambe, prosseguindo a sua formação na Escola Profissional da Serra da Estrela. A sua formação e percurso artístico desenvolveram-se posteriormente entre Portugal, Países Baixos e Alemanha, moldando uma identidade musical marcada pela diversidade estética, pela abertura intercultural e por uma forte ligação à criação Contemporânea.
Ao longo do seu percurso, tem colaborado com diversos ensembles e estruturas musicais de referência, como o New European Ensemble (NEuE), Slagwerk Den Haag (HIIIT), a Big Band e a Orquestra do Royal Conservatoire de Haia, o Dutch Eurythmy Dance Ensemble (DeDae) e a Brassband Rijnmond, entre outros. Paralelamente à sua atividade em contexto orquestral e de ensemble, apresenta-se regularmente como solista, dedicando-se a projetos interdisciplinares e à criação contemporânea, trabalhando em estreita colaboração com compositores de diferentes geografias, entre as quais Eslovénia, Argentina, Países Baixos, Portugal e Síria. Recentemente, foi distinguido com um prémio na competição IPASS 2025, em Itália, reforçando o reconhecimento internacional do seu trabalho artístico.
Nos Países Baixos, apresentou-se em salas de referência como a Dutch National Opera & Ballet(Amesterdão), Schouwburg Concertzaal Tilburg, TivoliVredenburg (Utrecht), Muziekgebouwaan ’t IJ (Amesterdão), Korzo e Amare (Haia), entre outras.
O seu interesse pela música de câmara e pela experimentação sonora consolidou-se através de um trabalho contínuo com compositores e diferentes formações de percussão, aprimorando uma linguagem artística própria.A partir da sua base artística em Frankfurt, continua a expandir a sua atividade no panorama europeu, afirmando-se enquanto intérprete dedicado à música contemporânea e à constante procura de novas sonoridades, explorando a relação entre a natureza e a percussão como fonte de inspiração e criação.
Helder Abreu
Helder Abreu nasceu em Gouveia e aos onze anos iniciou os seus estudos musicais na Escola de Música da Sociedade Musical Gouveense Pedro Amaral Botto Machado. Nesta instituição integrou a banda como instrumentista de Trompete, Organista e Pianista, prosseguindo mais tarde os seus estudos musicais no conservatório de música de Seia onde estudou com António Tilly, Jaime Reis, Joaquim Raposo e Domingos Teixeira. É mestre em Direção de Orquestra de Sopros, Mestre em Música - Análise e Técnicas de Composição e licenciado em Educação Musical do Ensino Básico. Foi diretor, coordenador e professor do Curso Profissional de Instrumentista de Sopros e Percussão/ Cordas e Tecla da Escola Profissional Serra da Estrela e é actualmente director da Escola Profissional de Artes da Covilhã (EPABI).
É atualmente maestro e diretor artístico da Sociedade Musical Gouveense e da Orquestra Ligeira de Gouveia.
Juan Manuel López Garcia
Estudou Composição na Faculdade de Música da UNAM sob a orientação do Professor Ulises Ramírez. A sua linguagem musical foi moldada através da participação ativa em workshops conduzidos por figuras proeminentes como Mario Lavista, Ignacio Baca Lobera, Iván Naranjo, Alejandro Castaños, Antonio Navarro e Leonardo Coral. Expandindo a sua presença internacional, participou no New Music Forum de 2017 em Córdoba, Argentina, onde aperfeiçoou ainda mais a sua arte ao lado dos compositores como Mark André, Juan Carlos Tolosa e Miguel Valverde.
Atualmente, mantém um perfil académico e artístico ativo na Universidade das Artes de Yucatán (UNAY). É docente, encontra-se a concluir o Mestrado em Artes Musicais sob a orientação de Julio Estrada e exerce o cargo de Diretor Artístico do SequenzaSUR, o ensemble residente de música contemporânea da universidade.
Ao longo da sua carreira, a sua obra tem recebido reconhecimento em fóruns nacionais e internacionais altamente competitivos. Obteve o segundo prémio no Concurso de Composição do 150.º Aniversário do Conservatório Nacional em 2016 com a peça …Sabda…II (para orquestra de câmara), e foi finalista no Primeiro Concurso Internacional de Orquestração organizado pela associação francesa Coups de Vents em 2022. As suas composições foram apresentadas em três edições do Festival Internacional de Música Nova Manuel Enríquez (33.ª, 35.ª e 38.ª edições) e foram interpretadas por reconhecidos ensembles, incluindo a Orquestra de Câmara de Bellas Artes, o Ensamble Tempus Fugit, o Quarteto de Cordas UNTREF e a Orquestra Sinfónica da UNAY.
Orquestra Ligeira de Gouveia
A Orquestra Sinfónica de Gouveia surge do juntar de várias vontades de elementos da Orquestra Ligeira de Gouveia e com o apoio de Professores e de Alunos de Música da Região. Conta também com o apoio da Sociedade Musical Gouveense, do Conservatório de Música de Seia e da Escola Profissional da Serra da Estrela e do Município de Gouveia.
Atualmente, mantém um perfil académico e artístico ativo na Universidade das Artes de Yucatán (UNAY). É docente, encontra-se a concluir o Mestrado em Artes Musicais sob a orientação de Julio Estrada e exerce o cargo de Diretor Artístico do SequenzaSUR, o ensemble residente de música contemporânea da universidade.
Ao longo da sua carreira, a sua obra tem recebido reconhecimento em fóruns nacionais e internacionais altamente competitivos. Obteve o segundo prémio no Concurso de Composição do 150.º Aniversário do Conservatório Nacional em 2016 com a peça …Sabda…II (para orquestra de câmara), e foi finalista no Primeiro Concurso Internacional de Orquestração organizado pela associação francesa Coups de Vents em 2022. As suas composições foram apresentadas em três edições do Festival Internacional de Música Nova Manuel Enríquez (33.ª, 35.ª e 38.ª edições) e foram interpretadas por reconhecidos ensembles, incluindo a Orquestra de Câmara de Bellas Artes, o Ensamble Tempus Fugit, o Quarteto de Cordas UNTREF e a Orquestra Sinfónica da UNAY.



Comentários